Das marcas deixadas pela vereadora Délia Razuk em sua passagem pela
prefeitura sem dúvidas a criação da Secretaria de Cultura é a mais sem elogiável.A
junção de cultura e esportes em um só
órgão sempre trouxe prejuízo para os produtores culturais.A titularidade da FUNCED sempre foi
entregue a esportistas, tendo à classe
cultural sobrado um cargo “meia boca”, que tinha como diretora uma figura quase
intragável, a inusitada Lelian Paschoalik.É claro que diante de um cenário
desses o esporte era privilegiado, seja na distribuição dos recursos seja na
programação de atividades.Era uma confusão danada, a ponto de curso de crochê
ser oferecido como atividade cultural, quando,
sabemos, se trata de qualificação para geração de renda.
Preparo para os cargos e mudança conceitual
Agora acabou a confusão entre alhos e bugalhos e tanto FUNCED
como Secretaria de Cultura tem titulares que
entendem muito de esporte e cultura. Coca é radialista, acompanha o esporte
douradense acho que desde criancinha, e Carlos Fábio é um lutador, vindo dos
festivais e que sabe como é difícil fazer cultura na terra do boi.Suas
primeiras medidas vão no sentido de popularizar a cultura, através de cursos
como os de violão e canto que serão oferecidos em breve e outras atividades que
certamente retirarão a cultura desse gueto de três ou quatro “iluminados”.
Carlos Fábio está materializando o que já pregava Milton Nascimento: todo
artista tem que ir aonde o povo está.


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