sábado, 9 de março de 2013

Deputado que disse que negros, aidéticos e homossexuais não tem alma é eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos


A escolha do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados gerou protestos em diversos setores da sociedade. Ele só foi eleito depois de muita polêmica, principalmente por parte de grupos organizados, em face de declarações anteriores que realçam aspectos preconceituosos da atuação do parlamentar.
O deputado disse que negros, aidéticos e homossexuais não tem alma.
Pastor da igreja Assembleia de Deus, o deputado causou polêmica em 2011, quando publicou declarações polêmicas em seu Twitter sobre africanos e homossexuais. "Sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids, fome... etc", escreveu o deputado na ocasião. Ele também havia publicado na rede social que "a podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime e à rejeição".
“Esta pessoa não pode ser presidente da Comissão de Direitos Humanos. Ele não pode ter este espaço para usar, pisar e denegrir o ser humano”, protestaram em redes sociais e em manifestações no plenário.

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