Deputados contrários à indicação do deputado Pastor Marco Feliciano
(PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da
Câmara vão entrar ainda hoje com um mandado de segurança no Supremo Tribunal
Federal (STF) para tentar anular a reunião em que foi eleito o pastor, que
aconteceu na última quinta-feira (7). O argumento é que o encontro foi fechado
a manifestantes, o que seria contrário ao Regimento Interno da Câmara.
A eleição de Feliciano foi marcada por polêmica, já que ele é acusado de
ter divulgado declarações racistas e homofóbicas, como “preto e gay não tem
alma”, por meio de redes sociais.
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