Uma empresa
de Dourados adotou uma iniciativa que se enquadra nos requisitos para receber o
Selo de Qualidade Ambiental. Ela coleta óleos residuais (usados), dá destinação
adequada ao produto, à primeira vista inservível, obtém lucros através da
reciclagem, e ainda gera renda (ela paga pelo produto) a quem entregá-lo, em embalagens de 20, 50 e até 1.000 litros que ela mesma
fornece.
Com a
iniciativa, contribui para resolver um “drama” de donas de casa, restaurantes e
outros estabelecimentos que utilizam o óleo vegetal, matéria prima fundamental no
preparo de alimentos: o que fazer com o
resíduo que sobra. A empresa oferece
mais uma facilidade, além da remuneração e do fornecimento gratuito das
embalagens: se acionada, vai até a residência ou estabelecimento do doador e o
recolhe.Uma demonstração dos efeitos da destinação inadequada do óleo usado e
explicações sobre como funciona o sistema de coleta e remuneração foi feito no
sábado, na Praça Antonio João, por técnicos da empresa, a Ecobios Coleta de
Óleos Residuais.
Meio
ambiente
Além de entupir o ralo, o óleo de cozinha
desce pela rede de esgotos e alcança rios e outro mananciais de água. Ao entrar
em contato com os mananciais hídricos o óleo cria uma camada em cima da água
que impede a penetração solar, causando a morte da fauna aquática, uma vez que
a oxigenação da água não é processada. Quando é despejado no solo, impermeabiliza-o,
podendo causar processos de enchente. Ele também pode eliminar gás metano em
contato com o sol, o que propicia a chuva ácida.

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