sexta-feira, 22 de março de 2013

Absorção de agrotóxicos das lavouras de milho e seja ameaçam aquífero



Uma ameaça que paira sobre o aquifero Guarani na sua porção em Mato Grosso do Sul é o uso de agrotóxicos nas lavouras de soja e milho. Os agrotóxicos depositados no solo podem ser transportados até as águas subterrâneas principalmente por meio de degradação, adsorção e lixiviação. A avaliação dos níveis desses produtos ganha relevância devido à existência de outras regiões de recarga do Aquífero Guarani sob risco de contaminação, como nos estados de São Paulo (cultura de cana-de-açúcar), Paraná (milho), Santa Catarina (maçã) e Rio Grande do Sul (arroz). As áreas de recarga são aquelas de afloramento das águas que, próximas à superfície, estão mais sujeitas à contaminação.

Monitoramento

Pesquisadores ambientalistas e dos estados abrangidos pelo aqüífero defendem  um trabalho de conscientização dos produtores sobre como proteger as áreas de recarga do Aquífero Guarani, com apoio da  Embrapa Meio Ambiente, que possui um laboratório de referência em Jaguariúquisadirna com estrutura para realizar um monitoramento eficiente.

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