Uma ameaça que paira sobre o aquifero Guarani na
sua porção em Mato Grosso do Sul é o uso de agrotóxicos nas lavouras de soja e
milho. Os agrotóxicos depositados no solo podem ser transportados até as águas
subterrâneas principalmente por meio de degradação, adsorção e lixiviação. A
avaliação dos níveis desses produtos ganha relevância devido à existência de
outras regiões de recarga do Aquífero Guarani sob risco de contaminação, como
nos estados de São Paulo (cultura de cana-de-açúcar), Paraná (milho), Santa
Catarina (maçã) e Rio Grande do Sul (arroz). As áreas de recarga são aquelas de
afloramento das águas que, próximas à superfície, estão mais sujeitas à
contaminação.
Monitoramento
Pesquisadores ambientalistas e dos estados abrangidos pelo aqüífero defendem um trabalho de conscientização dos produtores sobre como proteger as áreas de recarga do Aquífero Guarani, com apoio da Embrapa Meio Ambiente, que possui um laboratório de referência em Jaguariúquisadirna com estrutura para realizar um monitoramento eficiente.
Pesquisadores ambientalistas e dos estados abrangidos pelo aqüífero defendem um trabalho de conscientização dos produtores sobre como proteger as áreas de recarga do Aquífero Guarani, com apoio da Embrapa Meio Ambiente, que possui um laboratório de referência em Jaguariúquisadirna com estrutura para realizar um monitoramento eficiente.

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