O deputado Marcos Feliciano, acusado de dar declarações racistas e
homofóbicas (“preto e homossexual não tem alma”) e de extorquir dízimo de
fiéis, vai mesmo continuar na presidência da Comissão de Direitos Humanos e
Minorias.
Apesar das manifestações contra a
escolha de seu nome para presidir a comissão, vindas inclusive de 150 líderes religiosos
que afirmaram que suas posições são "anacrônicas", o PSC manteve o
deputado no cargo, após reunião realizada na tarde de ontem.
A reunião da bancada do PSC confirmou por unanimidade o nome dele para a
presidência da CDH. A decisão da permanência de Feliciano no cargo foi
anunciada pelo líder do PSC, deputado André Moura (SE).

0 comentários:
Postar um comentário