quarta-feira, 27 de março de 2013

O depoimento de Baldasso sobre a "Lei do Plantão":


 



Toda a sociedade civil organizada de Dourados conhece a luta do médico Jorge Baldasso pela melhoria da saúde pública, se manifestando sempre e apontando o descaso para com essa área que deveria ser prioridade em qualquer administração.Baldasso agiu assim sempre, independentemente do mandante de turno.Ontem, convidado a usar a tribuna livre para falar sobre as restrições da classe médica  à “Lei do Plantão”, com voz pausada, com  deferência aos vereadores eleitos pelo voto popular,  deu uma aula sobre as agruras porque passa sua categoria no dia a dia e também sobre a realidade por que passa o setor.Lembrou que os médicos na maioria dos casos cumprem  dupla jornada clinicas, hospitais, unidades públicas de saúde e que a eventual ausência em um horário de plantão em 90% dos casos se deve a serem chamados para atenderem pacientes muitas vezes à beira da morte e que dependem de procedimentos imediatos.Negar atendimento apenas porque há um horário a cumprir seria negligencia.
Diclofenaco

Sobre a estrutura disponibilizada para a categoria disse o que até as figueiras na Avenida Presidente Vargas sabem: falta de profissionais, falta de medicamentos (segundo ele ontem no PAM não havia um simples Diclofenaco), falta de leitos, cirurgias que demoram anos para serem realizadas, falta de salários dignos (há uma década aguardam um Plano de Carreiras) e conclamou os vereadores a dialogarem mais com a categoria.A simples colocação de uma lista dos médicos de plantão não vai resolver os problemas da saúde do município, resumiu.Baldassso pode até não ter dito o que os vereadores queriam ouvir, mas o fez com educação, fineza, didaticamente e, repito, com a deferência devida a cidadãos eleitos para representar a população.

0 comentários:

Postar um comentário