quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Comissões de indígenas e do MP apresenta em 30 dias quadro das crianças indias em situação de vulnerabilidade e passíveis de adoção



Uma reunião realizada na manhã desta terça-feira (6), no MPE (Ministério Público Estadual) em Dourados, discutiu a situação das crianças indígenas vítimas de violência ou de abandono das famílias que permanecem em abrigos.
Por sugestão da promotora Fabrícia Barbosa Lima, da Infância e da Juventude, foi criada uma comissão encarregada de proceder o levantamento das crianças e adolescentes indígenas em situação de vulnerabilidade no Município. A comissão é composta por membros do Cras (Centro Recreativo de Assistência Social) indígena, sociólogos, psicólogos e também pelo presidente do Conselho Indígena Silvio Deleão, além de representantes da Funai (Fundação Nacional do Índio).
Os trabalhos serão coordenados pelo assistente técnico da Funai, Diógenes Cariaga, que terá a missão de em 30 dias identificar famílias interessadas e aptas em adotar as crianças indígenas que hoje se encontram em abrigos como o Lar Ebenezer e o Lar Santa Rita de Cássia, em Dourados.
Já a promotora Fabrícia Barbosa comprometeu-se a acionar a equipe de assistentes sociais e psicólogos da Promotoria da Infância e da Adolescência para também em 30 dias fazer um levantamento juntos às instituições de abrigo para identificar o número de crianças indígenas abrigadas.
Novo encontro foi agendado para a apresentação dos resultados dessa iniciativa para o dia 15 de março, às 10 horas, no prédio do MPE (Ministério Público Estadual).


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