domingo, 17 de fevereiro de 2013

O desafio dos "sonháticos" do novo partido de Marina




Marina Silva e outros "sonháticos" apresentaram o manifesto de um novo partido, batizado de "Rede Sustentável". Assume-se que com a Rede virá uma nova candidatura à Presidência da República. À parte a empolgação que cerca ocasiões do tipo, cabe discutir se o País precisa de um novo partido. Se, nesse novo partido, Marina terá viabilidade e qual será seu papel na eleição presidencial. Por fim, que perspectivas teremos com eles, Marina e a Rede.
Num sistema político que ficou arcaico, de disputas desgastantes e ações redundantes tudo parece resultar numa mesmice modorrenta. Nesse ambiente, a renovação é, em tese, bem-vinda. Mas, só haverá renovação se, mais que novo, o partido for moderno e suas intenções não forem as de sempre. Não basta a retórica pós-moderna, como a sugerida no nome da nova agremiação.

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