Diante desta realidade praticamente
incontestável e sem colocar em xeque a credibilidade da composição do Conselho
Municipal de Cultura recém eleito, todos reconhecidamente batalhadores pela cultura
de Dourados, uma rápida leitura da lei que o criou ( ‘’clonou”, pois o conselho
existia desde 2002, criado pelo então prefeito Laerte Tetila) mostra que a
prefeitura tem praticamente a maioria na sua composição. Seja a maioria explícita(servidores
dos órgãos públicos relacionados à
cultura), seja a maioria implícita, não servidores que depende de uma verbinha
oficial para viabilizarem suas iniciativas.Há também a eterna divisão entre
“riquinhos”, “pobrinhos” e zeros à
esquerda.Sinceramente, não dá para esperar muito de um conselho criado neste
formato: os dependentes,os funcionários e os amiguinhos do rei, prontos a
chancelarem as iniciativas vindas da prefeitura.
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