sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Papa Bento XVI renunciou para evitar a prisão e a apreensão da riqueza da igreja
A renúncia, historicamente sem precedentes de Joseph Ratzinger como Papa, anunciada em comunicado lido pelo próprio pontífice no dia 11, foi obrigada por uma ação futura por um governo europeu para emitir um mandado de prisão contra o papa Bento XVI, Joseph Ratzinger e uma garantia pública contra os bens e haveres do Vaticano até a Páscoa. O ITCC (Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado, ou International Tribunal into Crimes of Church and State, em inglês) fez essa declaração para a imprensa internacional dois dias depois da renúncia de Bento XVI.
O Escritório Central em Bruxelas do ITCCS divulgou, no dia 13 deste mês que “na sexta-feira (1 de fevereiro, 2013), com base em provas fornecidas pelo nosso afiliado Tribunal de Direito Comum de Justiça (itccs.org), nosso Escritório concluiu um acordo com representantes de uma nação europeia e os seus tribunais para garantir um mandado de captura (prisão) contra Joseph Ratzinger, também conhecido como o Papa Bento XVI, por crimes contra a humanidade e como comandante de uma conspiração criminosa”.
O documento diz ainda que o mandado de prisão era para ser entregue ao escritório da “Santa Sé”, em Roma, na sexta-feira (15 de fevereiro, 2013). “O mandato permitia que o país em questão (nesse caso a Itália) deter Ratzinger como suspeito de crime, se ele entrasse em seu território soberano”, acrescenta.
Uma nota diplomática foi emitida pelo governo do país para o Secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Tarcisio Bertone, na segunda-feira (4 de fevereiro, 2013), informando do mandado de detenção iminente e convidando o seu secretariado para cumpri-lo. “Nenhuma resposta a esta nota foi recebida do Secretário de Estado do Vaticano Cardeal Bertone ou de seu escritório, mas seis dias depois, o Papa Bento demitiu-se”, observa o documento do Tribunal.(Com Douranews)

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