Junto com a obesidade, tratada muitas vezes de forma equivocada, vem os efeitos colaterais, como a dislipidemia,alteração nas frações lipídicas do sangue,como alteração no colesterol,nas taxas de triglicerídios, a hipertensão e suas conseqüências (derrame,doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2, dentre outras),intolerância à glicose, apnéia do sono, problemas ósseos variados e a tendencia de manutenção da obesidade na idade adulta,efeitos sociais e psicológicos, tumores como de mama e de útero.
Essa possibilidade trágica aventada em números pelo IBGE por
si só merece um posicionamento da Comissão Permanente de Saúde da Câmara Municipal:
há algum estudo sobre os casos de obesidade infantil em Dourados......se há, o
que está sendo feito para combatê-la,evitá-la ou
minorá-la...muitas perguntas.poucas respostas...Enquanto isso, mães aflitas aguardam uma atitude que as retire da angústia de ver o problema crescendo e pouco poderem fazer senão o carinho e os cuidados com a alimentação de seus filhos.Esse não é um problema alimentar.é um problema médico, para o qual o poder público ( e a Câmara) devem abrir os olhos.

1 comentários:
Muito bom o alerta sobre a obesidade infantil! Sou mãe de um menino com 11 meses de idade e me preocupo muito com isso, visto que nas escolas e creches está proibida a venda de lanches e refrigerantes em geral que contribuem para a obesidade, mais todos nós sabemos que nem todas as instituições de ensino obedecem as leis, resta-nos (pais e responsáveis) cuidar da educação alimentar em casa. (JUliana Araújo - Dourados-MS)
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