O vereador Mauricio Lemes, que é formado em História, foi procurado pelo professor da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), Paulo Roberto Cimó Queiroz, que propôs uma análise que ajudaria na manutenção do arquivo de documentos da Câmara. A reivindicação foi levada ao presidente da Câmara, Idenor Machado, em uma reunião no último dia 29.
Segundo Idenor, os papéis estão à disposição do professor para que ele possa conhecer o teor da documentação. “Esse material é valioso. Mesmo documentos de expedientes são históricos”, declarou Cimó.
ARQUIVO MUNICIPAL
O próximo passo é a realização de um projeto para obter um local estruturado, inclusive com um arquivista, que mantenha o conhecido como “Arquivo Morto” do município, que contemplaria também os arquivos da Câmara. Seria uma parceria entre a universidade e a administração municipal.
Mauricio, Cimó e Idenor formaram uma parceria para lutarem por esse espaço. “Esses registros históricos são essenciais para reconhecer a trajetória de Dourados e é importante que seja organizado e aberto para a análise de estudantes ou de qualquer pessoa interessada”, finalizou Mauricio.

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