sábado, 9 de fevereiro de 2013

A história,a riqueza e alguns nomes das artes plásticas de MS




Muito se fala que Mato Grosso do sul, pela fartura de seus campos, pelos recordes crescentes na produção de grãos e pelo rebanho que ultrapassa 23 milhões de cabeças, é o celeiro do Brasil. Mas tem outra coisa aqui que floresce que nem mato: a arte. Em 1977, com a divisão do Estado de Mato Grosso e criação do estado de Mato Grosso do Sul, inicia-se um movimento cultural idealizado por Henrique Spengler (in memorian) para buscar-se uma identidade cultural para o recém-criado Mato Grosso do Sul. Chamava-se Movimento Guaicuru, em alusão aos índios cavaleiros do Pantanal, que, segundo consta,foram os primeiros habitantes do estado e imortalizados na pintura de Regis Debray.

PRECURSORES

A partir deste movimento, nas artes plásticas aparecem nomes como Jonir Figueiredo, Miska, Lúcia Barbosa, Nelly Martins, Teresinha Neder, Áurea, Ana Ruas, Ana Carla Zahran, Thetis Sellingardi, Lu Sant’ana, Genésio Fernandes, Carlos Nunes, Vânia Pereira, Neide Ono, José Nantes, Fernando Marson, Roberto Marson, Juracy, Cecílio Veria, Isaac de Oliveira, Elis Regina Nogueira, Irani Brum, Bucker, Heron Zanata e Ovini Rosmarinus, que buscaram a afirmação da arte sul-mato-grossense em diversos salões de arte.Esse grupo,que reunia produtores culturais e jornalistas de diversas matizes, entendia que uma das funções da arte é criticar a sociedade, mostrar o que não querem ver. A arte, para eles, deveria lêr o pensamento daquele período histórico.Suas obras teriam que ter força social, durabilidade. Cumpriram sua missão,tanto que hoje a Assembléia Legislativa do estado se chama Palácio Guicurus.

NOVA SAFRA

Hoje, Evandro Prado, Douglas Colombelli, Priscila Paula Pessoa e Patrícia Rodrigues e Blanche Torres são citados como a última geração de artistas que vêm apresentando um trabalho crítico para a sociedade de Mato Grosso do Sul e dão força para a arte Sul-mato-grossensse.Arte aqui é mato.

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