quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Superlotação,“ambulâncioterapia”, prefeitos “cosméticos" e uma recomendação


Muito de fala da superlotação das unidades de saúde de Dourados, como o Hospital da Vida, o Hospital Universitário e o Pronto Atendimento Médico (PAM).Esse é o diagnóstico.Mas qual remédio para combater essa chaga??? A resposta pode ser encontrada na inversão de prioridades da maioria das prefeituras da região.Em algumas há unidades hospitalares construídas e que estão ao relento,Meros elefantes brancos, como Douradina e outras.
A verdade nua e crua é que os prefeitos, ao invés de buscarem ou aplicarem os recursos de que dispõem em saúde preferem aplicar em obras vistosas, “cosméticas", que rendem votos, como a construção de praças, pavimentação asfáltica, quadras esportivas, a realização de festas populares e outras que devem sim fazerem parte do cronograma de obras e ações do gestor público, mas não em detrimento do aparelhamento ou construção de unidades hospitalares, da contratação de médicos e demais profissionais de saúde. Espertos, recorrem à “ambulâncioterapia” e entopem os hospitais de Dourados.
O titular do Blog percorrreu, acompanhado de um médico, todas as imediações das unidades de saúde citadas no início do post. “Está vendo, Rozembergue? Essa é a prática dos prefeitos:comprar ambulâncias ao invés de lutarem para oferecerem aos cidadãos de seus municípios o atendimento que vem buscar aqui em Dourados e que claro deve ser dado, dentro do critério de universalidade do Sistema Único de Saúde)”.Como alternativa, o médico que acompanhou o titular do Blog na verificação da “ambulâncioterapia” faz uma sugestão aos prefeitos das cidades vizinhas: “Mais responsabilidade e menos maquiagem”. Menos cosmético nas cidades que administram, completa o Blog.

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