A
falta de consciência (sintetizada na ilustração acima) e o mau hábito de descartar todo tipo de lixo irregularmente têm provocado danos ao meio ambiente e representado um perigo para a saúde da população. Um exemplo disso está nos fundos do Canaã I, 3ª etapa onde um lixão foi sendo formado a beira de uma mina de água em uma mata nativa na estrada que dá acesso ao anel viário, no local é possível encontrar todo tipo de descarte e sucatas. Carcaça de televisores, parabrisas, materiais plásticos, sacos plásticos, enfim, uma infinidade de lixos domésticos, que são despejados tanto dentro como fora de uma mina de água que passa entre a mata nativa ainda preservada.
Apesar das ações da prefeitura para combater a dengue na cidade, alguns bairros continuam com lixos espalhados em matagais, ou mesmo em esquinas, praticamente no meio da rua.
Outro ponto preocupante fica na rua Napoleão Laureano, próximo ao complexo esportivo Jorge Antônio Salomão. A situação no local melhorou se comparado ao mês de dezembro, porém, embora a prefeitura tenha retirado o acúmulo de lixo na Área de Preservação Ambiental, moradores voltaram a jogar pneus, sacolas plásticas, roupas, entulho, eletrodomésticos quebrados, garrafas de vidro e de plástico, entre outros.
Ainda na rua Vereador Aguiar de Souza, no Jardim Água Boa, também existe outro ponto de descarte de entulhos. De acordo com moradores são comum os carroceiros e veículos utilitários jogarem galhos de podas de árvore e entulhos de construções, principalmente nos fins de tarde. O trecho da rua Vereador Aguiar de Souza interliga as ruas Pureza Carneiro Alves (antiga W-11) até a rua José Garcia Pires (antiga W-17), na região do Parque dos Coqueiros, próximo ao Córrego Paragem perto da conhecida ‘Ponte da Integração.
Já na área do Parque Ambiental do Rego D’água, localizado entre os bairros Jardim Água Boa, BNH 4º Plano e Vila Erondina, na região sul de Dourados o lixão a céu aberto chama a atenção, no local entulho, galhos de árvore, lâmpadas, baterias, sofás velhos, quadros e acessórios para bicicletas, até mesmo geladeiras, caixas d’água, restos de móveis, eletrônicos e lixo hospitalar já foram encontrados.
Outro exemplo é a esquina da rua Franco Cinato com a Aurora Augusta de Mattos que está completamente danificada por causa de uma erosão. A situação chama a atenção de quem passa pelo local e se depara com garrafas e outros lixos domésticos espalhados pela rua.A 100 metros deste local é possível ver lixos jogados nos buracos causados pela erosão e não para por aí, os bairros Canaã IV, Vila Valderes e Mariana dentre outros bairros de dourados já é possível detectar a formação de lixos clandestinos a céu aberto.
A reportagem do jornal VOZ DA COMUNIDADE fez um levantamento e verificou que eles estão espalhados por toda a cidade.Os focos de lixões clandestinos afloram do dia para a noite. Eles estão às margens das rodovias, em terrenos baldios ou em ruas, geralmente sem asfalto.
De acordo com o Código Ambiental de Dourados, lei 055, de 2002, o depósito irregular de lixo em via pública rende multas que podem chegar até R$ 1 milhão, dependendo da gravidade do caso, já o Código de Postura do Município, lei 1.067, diz que jogar lixo em lugares inapropriados está sujeito à penalidade conforme artigo 5° e 94.
A ilustração do post diz tudo sobre as pessoas e empresas que adotam a prática.

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