sábado, 1 de junho de 2013

Propaganda institucional e propaganda eleitoral subliminar...lá e aqui....

 
 
 
O titulatr do blog insiste: a denominada propaganda institucional ou de governo não deveria ser uma espécie do gênero propaganda política como vem fazendo escancaradamente o Governo Federal, os governos estaduais e as prefeituras, uma vez que, diante do disposto no  artigo 37, parágrafo 1º, da Constituição Federal, é obrigatório o seu caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos.
É de se destacar, ainda, que a propaganda institucional, cujos gastos são suportados pelo erário público, não pode ser utilizada para promoção política ou eleitoral dos administradores públicos. A mesma deve restringir- se à efetiva comunicação de temas diretamente relacionados para o bem estar da coletividade, como, por exemplo, campanhas públicas de saúde ou prevenção de acidentes, ou, ainda, de comprovada gravidade e urgência.
A publicidade de governo está diretamente vinculada aos princípios inerentes à Administração Pública, inseridos no artigo 37, em especial os da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.
As imposições mencionadas acima vêm sendo violadas de maneira subliminar, a partir de uma estratégia de marketing construída para legitimar propagandas de governo identificadas com os gestores públicos, não diretamente com a exposição do nome político, mas indiretamente, pela frase, bordão ou pelo slogan que marca determinada administração. Assim, já se tornou bastante comum a cada governo a substituição da frase, do bordão ou do slogan publicitário que irá acompanhar a nova gestão que assume ou a troca desses mecanismos por outros considerados mais chamativos eleitoralmente durante a gestão.  
Tal marca é amplamente massificada junto à população como uma espécie de assinatura do governante, ao qual está umbilicalmente associada.A lei.....ora, a lei. Dilma, André e Murilo que o digam...

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