sexta-feira, 3 de maio de 2013

Vereador Mauricio escapa do conservadorismo e fundamentalismo e apela por respeito a minorias


 

 
No oásis de conservadorismo e em alguns casos de fundamentalismo que permeia a Câmara Municipal, o vereador Mauricio Lemes (PSB) faz um apelo pelo respeito aos direitos das minorias. É uma atitude exemplar, em um momento em que troca de lâmpadas e tapa buracos predominam nas proposições dos representantes da população de Dourados. Ele, recentemente, foi contrário a uma moção que pedia apoio a permanência do deputado sociopata Marco Feliciano na Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados, apresentou um projeto para famílias em risco social e destacou a importância da cultura indígena para a história do país. Saiu da “perfumaria” e abordou temas que vão além das obviedades cotidianas apresentadas nas sessões.
Mauricio acredita que os políticos devem ter a maturidade em reconhecer que a sociedade requer respostas em sua própria época. Ele, que é historiador, explica que a luta pode ser maior, já que para que os "Direitos Humanos" ganhasse atenção do mundo foi preciso até mesmo uma guerra. “Sabemos do sofrimento das minorias, daqueles que passam despercebidos e que precisam usufruir do mesmo respeito. Se um político vai contra isso, ele vai contra aquilo que o bom senso, o amor e justiça exigem”, afirmou.
O projeto apresentado por ele a Câmara é um exemplo da valorização de pequenos grupos. O estudo prevê melhor distribuição de casas populares e visa contemplar a população mais vulnerável. Mauricio enfatiza na análise que casa é para quem, realmente, precisa. “É necessário ações do governo para protegê-los”, diz ele.Vice-presidente da Comissão de Assuntos Indígenas e membro da Comissão Cultura, Mauricio destaca outra questão das minorias: a identidade étnica, cultural, linguística e religiosa nas aldeias. “Deve ser reconhecida como um enriquecimento para a sociedade”, afirma. Na comemoração em passagem pelo “Dia do Índio”, no dia 19, o vereador lembrou que o sol brilha igualmente para todos. “O respeito, portanto, deve prevalecer”, finalizou.Parabéns!!!!

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