No oásis de conservadorismo e em alguns casos de fundamentalismo que
permeia a Câmara Municipal, o vereador Mauricio Lemes (PSB) faz um apelo pelo
respeito aos direitos das minorias. É uma atitude exemplar, em um momento em
que troca de lâmpadas e tapa buracos predominam nas proposições dos representantes
da população de Dourados. Ele, recentemente, foi contrário a uma moção que
pedia apoio a permanência do deputado sociopata Marco Feliciano na Comissão de Direitos
Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados, apresentou um projeto para famílias em
risco social e destacou a importância da cultura indígena para a história do
país. Saiu da “perfumaria” e abordou temas que vão além das obviedades
cotidianas apresentadas nas sessões.
Mauricio acredita que os políticos devem ter a maturidade em
reconhecer que a sociedade requer respostas em sua própria época. Ele, que é
historiador, explica que a luta pode ser maior, já que para que os
"Direitos Humanos" ganhasse atenção do mundo foi preciso até mesmo
uma guerra. “Sabemos do sofrimento das minorias, daqueles que passam
despercebidos e que precisam usufruir do mesmo respeito. Se um político vai
contra isso, ele vai contra aquilo que o bom senso, o amor e justiça exigem”,
afirmou.
O projeto apresentado por ele a Câmara é um exemplo da valorização de
pequenos grupos. O estudo prevê melhor distribuição de casas populares e visa
contemplar a população mais vulnerável. Mauricio enfatiza na análise que casa é
para quem, realmente, precisa. “É necessário ações do governo para
protegê-los”, diz ele.Vice-presidente da
Comissão de Assuntos Indígenas e membro da Comissão Cultura, Mauricio destaca
outra questão das minorias: a identidade étnica, cultural, linguística e
religiosa nas aldeias. “Deve ser reconhecida como um enriquecimento para a
sociedade”, afirma. Na comemoração em passagem pelo “Dia do Índio”, no dia 19,
o vereador lembrou que o sol brilha igualmente para todos. “O respeito,
portanto, deve prevalecer”, finalizou.Parabéns!!!!

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