O Ministério do Turismo rejeitou a Proposta e o Plano de Trabalho 019684, protocolado no Sistema de Convênios (SICONV) do Governo Federal pela Prefeitura de Dourados no dia 11 de abril (2013) com o objetivo de obter recursos para a realização do Canasul e da Feira Agrometal.
Na justificativa da proposta, a prefeitura cita dados nacionais (como a expansão da área destinada ao plantio de cana) e repete dados locais, sob a égide de demonstrar a capacidade da cidade para realizar grandes eventos, fomentando assim o turismo de negócios.
No estilo “copia e cola” , é dito duas vezes que a cidade possui 29 hotéis, com 2.087 leitos, 56 restaurantes, 11 pontos de táxi, um centro de convenções em construção (obra paralisada há mais de 2 anos e que atualmente serve de moradia improvisada para um sem teto), “além da rodoviária”.
Na justificativa é dito também que a cidade “possui mais de 12 mil empresas em diversos segmentos, o que mostra a grande oportunidade para o setor metal-mecânico”, o que não é muito plausível, já que nem todos os segmentos demandam serviços da área metal-mecânica.
O município pleiteava R$ 239.616,00 em recursos do Ministério, oferecendo como contra-partida (medida obrigatória para celebração de convênios) R$ 9.984,00.
Como já afirmou o blog no post em que comentou a fragilidade da pífia justificativa da proposta para obtenção de recursos para a Festa Junina (igualmente rejeitada pelo mesmo Ministério), Brasília tem de tudo.Menos bobo. Copiar e colar em todas as justificativas praticamente os mesmos argumentos (alguns de duvidosa veracidade) não convence os experimentados técnicos dos Ministérios, como vem mostrando as constantes rejeições das propostas protoocoladas no SICONV.

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