quarta-feira, 22 de maio de 2013

Movimentação de políticos de MS em torno da eleição do ano que vem mostra acerto da tese do presidente do STF: maioria dos partidos é “de mentirinha”

 
 
 
 
 
 
A movimentação nos bastidores da política de Mato Grosso do Sul com vistas às eleições do ano que vem mostra que é acertadíssima a tese do ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), de que os partidos políticos no Brasil são (“exceto casos excepcionais”)“de mentirinha”. Veja-se dois exemplos significativos. Indagado sobre uma eventual saída do PMDB, o deputado federal Marçal Filho declarou-se “afinadíssimo” com o governador André Puccinelli, também do PMDB, e que uma mudança só aconteceria com o aval do governador. Já o ultra-capitalista Zé Teixeira (DEM) cogita virar socialista da noite para o dia, levando consigo uma plêiade de vereadores e prefeitos, filiando-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) com o sonho de ser vice- candidato a governador na chapa encabeçada pelo senador Delcídio Amaral (PT). O Titular do blog poderia gastar fosfato e linhas e mais linhas citando outros exemplos de políticos que planejam mudanças oportunistas de partido e que evidenciam a afirmação do ministro, para o qual os partidos e seus líderes querem apenas o poder pelo poder, juntando alhos e bugalhos em uma panela ou em várias panelas (“partidos”) com o objetivo único, como é o caso da movimentação aqui em Mato Grosso do Sul, de montar coligações competitivas, que lhes garantam a eleição. Tudo combinado.Ou “afinado”, expressão utilizada pelo deputado federal. Na maioria dos casos, as filiações se dão sem sequer o sujeito tenha dado um passar de olhos no estatuto do partido a que estão se filiando, resultando na falta de compromisso ideológico e programático, como também enfatizou o presidente do STF. Oras, mudança de partido com aval do governador (Marçal Filho) que é do mesmo partido e Zé Teixeira socialista? mete bronca, ministro.

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