O vereador Alan Guedes enfatizou ontem,sexta-feira, após participar de confraternização promovida em homenagem às mães que são servidoras da Câmara Municipal, que além de servir de um momento de homenagear as mães, que com abnegação e apesar de cumprirem na maioria as vezes dupla e até tripla jornada de trabalho encontram tempo para dedicar aos filhos, amanhã, domingo (quando se comemora o Dia das Mães) sirva de reflexão sobre a necessidade de maior participação da mulher nos espaços de descisão política, como é o caso das Câmaras Municipais, das Assembléias legislativas e das duas casas do Congresso Nacional (Câmara dos Deputados e Senado Federal).
"É nestes espaços que são decididas as políticas públicas e quanto mais mulheres neles estiverem presentes pressupõe-se que essas políticas públicas contemplarão mais suas condições de mães, como a construção de creches e disponibilização de ensino de qualidade, atendimento médico especializado e outros direitos de mãe e mulher", destacou o vereador.
"No que tange aos espaços de formulação política e legislativa muito há a se avançar.As mulheres somam mais da metade dos eleitores brasileiros e no entanto ocupam menos de 10% das vagas no Congresso Nacional. Na Câmara Federal, a representação feminina hoje é de apenas 45 deputadas contra 468 homens", ponderou o vereador, que preside a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal.
"Diante da significativa atuação das mulheres em movimentos sociais - associações, sindicatos, entidades - o que se observa é uma capacidade de engajamento que não corresponde à sua pequena presença nas instâncias decisórias.Não obstante tenha sido um dos primeiros países da América Latina a conceder o sufrágio universal, o Brasil está entre as nações que apresentam a mais baixa representação política feminina no Ocidente", lamentou o vereador.
ALan Guedes, que é advogado, ressaltou que devido à pressão organizada pelos movimentos de mulheres o problema do acesso aos cargos de decisão passou a ser objeto de atenção de governos e organismos internacionais, resultando em assinaturas de compromissos e programas oficiais de estímulo à participação política feminina. "Se muitos desses compromissos não saíram do papel, é fato que o reconhecimento público contribuiu para dar maior visibilidade à sub-representação feminina e tornar a questão um problema da democracia, não uma questão privada e individual das mulheres", avaliou o vereador, que reconheceu que na década de 90 foi considerada favorável às mulheres em relação à participação política no mundo, com um aumento significativo no percentual de presença feminina nos cargos políticos, particularmente, de representação legislativa e do executivo.
"O avanço tem sido atribuído a alguns fatores, entre os quais cabe destacar o impulso conferido pela IV Conferência Mundial da ONU sobre a Mulher, que destacou particularmente a importância da equidade de gênero nas instâncias decisórias; a adoção de medidas especiais, tais como as políticas de ação afirmativa e as cotas, que criaram mecanismos de estímulo à inserção feminina nas administrações públicas e na competição eleitoral", enumerou.
"Ao contrário de outros setores como os da educação e do trabalho, esse avanço ainda está longe de representar uma situação próxima do equilíbrio entre os sexos. Os homens continuam sendo amplamente majoritários na política institucional.Para reverter essa situação secular de desigualdade representativa precisamos as mulheres estejam ao nosso lado, lutando pela ampliação de seus direitos civis, sociais e econômicos", conclamou Alan, aproveitando a oportunidade para parabenizar todas as mães do Brasil.
"No que tange aos espaços de formulação política e legislativa muito há a se avançar.As mulheres somam mais da metade dos eleitores brasileiros e no entanto ocupam menos de 10% das vagas no Congresso Nacional. Na Câmara Federal, a representação feminina hoje é de apenas 45 deputadas contra 468 homens", ponderou o vereador, que preside a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal.
"Diante da significativa atuação das mulheres em movimentos sociais - associações, sindicatos, entidades - o que se observa é uma capacidade de engajamento que não corresponde à sua pequena presença nas instâncias decisórias.Não obstante tenha sido um dos primeiros países da América Latina a conceder o sufrágio universal, o Brasil está entre as nações que apresentam a mais baixa representação política feminina no Ocidente", lamentou o vereador.
ALan Guedes, que é advogado, ressaltou que devido à pressão organizada pelos movimentos de mulheres o problema do acesso aos cargos de decisão passou a ser objeto de atenção de governos e organismos internacionais, resultando em assinaturas de compromissos e programas oficiais de estímulo à participação política feminina. "Se muitos desses compromissos não saíram do papel, é fato que o reconhecimento público contribuiu para dar maior visibilidade à sub-representação feminina e tornar a questão um problema da democracia, não uma questão privada e individual das mulheres", avaliou o vereador, que reconheceu que na década de 90 foi considerada favorável às mulheres em relação à participação política no mundo, com um aumento significativo no percentual de presença feminina nos cargos políticos, particularmente, de representação legislativa e do executivo.
"O avanço tem sido atribuído a alguns fatores, entre os quais cabe destacar o impulso conferido pela IV Conferência Mundial da ONU sobre a Mulher, que destacou particularmente a importância da equidade de gênero nas instâncias decisórias; a adoção de medidas especiais, tais como as políticas de ação afirmativa e as cotas, que criaram mecanismos de estímulo à inserção feminina nas administrações públicas e na competição eleitoral", enumerou.
"Ao contrário de outros setores como os da educação e do trabalho, esse avanço ainda está longe de representar uma situação próxima do equilíbrio entre os sexos. Os homens continuam sendo amplamente majoritários na política institucional.Para reverter essa situação secular de desigualdade representativa precisamos as mulheres estejam ao nosso lado, lutando pela ampliação de seus direitos civis, sociais e econômicos", conclamou Alan, aproveitando a oportunidade para parabenizar todas as mães do Brasil.

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