Repetindo o enredo do samba do crioulo doido [expressão usada a partir da paródia composta pelo escritor e jornalista Sérgio Porto, para se referir a coisas sem sentido, a textos mirabolantes e sem nexo], um clássico dos anos 60, o presidente da Faems (Federação das Associações Empresariais de MS), Antônio Freire, fez um discurso longo, entediante e fora de sintonia com o momento festivo vivido pela Aced (Associação Comercial e Empresarial de Dourados), a entidade que ele presidiu até renunciar, há dois anos, para dirigir a Federação estadual.
Freire começou citando datas coincidentes do dia 29 de maio [aqui, era o aniversário de fundação da Aced], como a tragédia resultante da morte de Joanna D’Arc, queimada viva há mais de 500 anos, passou pela história de interferências políticas da entidade na história da cidade, disse que a Associação participou das gestões dos interinos Eduardo Rocha e Délia Razuk na Prefeitura e que conseguiu mobilizar a sociedade pela reabertura da praça Antônio João e ainda se mostrou preocupado com as invasões de terras pelos índios.
Haja ouvidos......

0 comentários:
Postar um comentário