terça-feira, 5 de novembro de 2013

Marcelo Mourão propõe criação de “Ecopontos verdes”



A falta de locais adequados e oficiais para depósito de resíduos sólidos, principalmente galhos e troncos de árvores e restos de serviços de jardinagem, tem feito com que surjam diariamente “lixões verdes” informais, a céu aberto, em locais como beira de rodovias e ruas não pavimentadas que ladeiam bairros de Dourados, como é o caso das margens da BR 163 e do chamado “portalzinho”, no acesso à Reserva Indígena. A constatação foi feita pelo vereador Marcelo Mourão que, preocupado com a situação, defende a implantação de um projeto de recolha e destinação desses materiais. Seria, segundo o parlamentar, a criação de “Ecopontos Verdes”. 
“Na maioria dos casos contribui para a prática a falta de consciência ambiental, mas é inegável que a não existência de um local apropriado, com agentes para receberem o material resultante de podas de árvores e outros serviços correlatos, colabora para que se formem esses “lixões verdes”, opinou o vereador. Esse tipo de material não é retirado pelas empresas de coleta de lixo. “Havendo os Ecopontos, cuja implantação deve ser acompanhada de uma campanha de conscientização, o proprietário ou responsável pela execução dos serviços levaria esse material voluntariamente, evitando problemas ambientais, ainda que se trate de matéria verde (galhos de árvores). Se em cada bairro região da cidade for implantado um sistema de coleta, os caminhões, semanalmente, poderão executar esse serviço, ou seja, mediante a definição desses locais facilitaria para os moradores de cada bairro o descarte desse tipo de entulho, por meio de caminhões, carroças e outros veículos, o que hoje vem acontecendo sem nenhum critério”, avalia o parlamentar. 
“A criação de “Ecopontos verdes”, destinados especificamente para recepção desse tipo de material (galhos e troncos resultantes de podas de arvores e assemelhados) seria uma conquista ambiental e sanitária, já que o descarte inadequado propicia a proliferação de animais peçonhentos e outros causadores de doenças como leptospirose, transmitida pela urina de ratos, além de funcionar como criadouros do Aedes Aegypty, mosquito transmissor da dengue”, ponderou Marcelo Mourão.

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