sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Bodoquena:Uma cidade exposta ao ridículo por um execrável que pode ser cassado



Sorridente e incompetente
“Alunos da rede pública em Bodoquena, no Mato Grosso do Sul, ficaram quase duas semanas sem aula por causa de um impasse entre a Prefeitura e a Câmara Municipal sobre o remanejamento de verbas para a compra de merenda escolar. A volta às aulas nas escolas e creches só foi possível porque a comunidade fez uma campanha para arrecadar doações. O Ministério Público Estadual abriu um inquérito civil para apurar eventuais irregularidades na gestão dos recursos. Os moradores conseguiram 1 tonelada de alimentos. Feijão, bolacha, macarrão, arroz, óleo e vinagre estão entre os itens arrecadados durante a campanha. Com base nisso, a nutricionista montou um cardápio, mas, de acordo com a Prefeitura, a comida é suficiente para garantir a merenda por, apenas, 1 mês”. 
O trecho acima faz parte de uma reportagem do jornal O Globo e expôs ao ridículo a pacata cidade, com natureza exuberante e população trabalhadora, mas que, por falta de opções, reelegeu um prefeito inepto e irresponsável, já que deixar escolas sem merenda escolar é o cúmulo. É  execrável. 
O titular do Blog já postou textos sobre o estilo e a gestão do prefeito, Jun Iti Hada, conhecido na cidade como "Pequeno Ditador".As postagens receberem vários comentários, dos quais se destaca um: "acorda, Bodoquena".O titular lamentou inclusive o fato da cidade não ter sido incluído na Operação Teto de Vidro, realizada pela Polícia Federal e pela Controladoria Geral da União (CGU) e que apurou desmandos em vários municípios do estado, incluindo Bonito, localizada a 70 kms da cidade administrada pelo "Pequeno Ditador".Uma figura irrascível e que trata servidores e população como vassalos, dono de uma extensa "capivara" no Tribunal de Contas do Estado e autor de um laudo (a figura é médico) sobre causa mortis risível e que o transformou em réu em processo movido pelo Ministério Público Estadual. Atestou "morte por causas naturais" de um sujeito com  o corpo crivado de balas.
O imblóglio que resultou na mídia negativa ganhada pela cidade resultou de uma irregularidade praticada pelo Prefeito. Nos dias 18 e 29 de Julho e 5 e 12 de Agosto o "Pequeno Ditador" enviou à Câmara da cidade os Projetos de Lei, de números 18, 20, 21 e 22, respectivamente, para o fim de “abrir crédito suplementar ao orçamento do exercício de 2013, sendo que, desses encaminhamentos, solicitou a retirada do projeto de Lei nº 20 e substituiu o de nº 21 pelo Projeto nº 22.No período em questão foi realizado o levantamento dos Decretos Orçamentários já consolidados pela sua gestão e constatou-se que o mesmo extrapolou as suplementações além do limite de 20% concedido em janeiro de 2013 pelo legislativo da cidade. As movimentações orçamentárias sem prévia autorização legislativa encontram sua vedação nos termos do Art. 167 da Constituição Federal e tem como conseqüência, inclusive, e se comprovada, a perda do mandato do gestor. Os indícios de irregularidades foram detectados no próprio relatório de Decretos Orçamentários enviados pela própria Prefeitura à Câmara. O excesso de suplementação atinge a cifra de R$ 597.962,96 (Quinhentos e Noventa e Sete Mil, Novecentos Sessenta e Dois Reais, Noventa e Seis Centavos). 
Dependendo do andar da carruagem, Jun Iti Hada pode deixar de ser o "Pequeno Ditador" através da perda do mandato.Uma CPI foi instalada e recebe na  segunda-feira (25) parecer sobre os atos do sujeito.Detalhe:cassação é julgamento que apesar de precisar ser amparado por jurisprudência/legislação (de clareza solar quanto à ilegalidade cometida, no caso específico) se dá muito mais no campo político.E o execrável Pequeno Ditador possui como base de apoio apenas 4 dos 9 vereadores da cidade.

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