O Plenário
da Câmara dos Deputados pode votar ainda hoje o Projeto de Lei 4470/12, do deputado Edinho Araújo (PMDB-SP), que impede a
transferência do tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão e dos
recursos do Fundo Partidário relativos aos deputados que mudam de partido
durante a legislatura.
A
proposta tem causado polêmica por criar obstáculos à criação de novas
agremiações e parece ter sido elaborado de encomenda para a ex-senadora Marina
Silva. A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, fundadora do partido Rede
Sustentabilidade, veio à Câmara para tentar frear a votação da urgência. Ela
garantiu, no entanto, que a aprovação do texto não vai impedir a criação do
novo partido e que ela vai tentar convencer os senadores a rejeitar a proposta.
"Estão usando de dois pesos e duas medidas: para os amigos, tudo; para os supostos inimigos, uma lei de encomenda", criticou Marina, referindo-se à criação do PSD, que, apesar de criado no meio da legislatura, conseguiu na Justiça direito a tempo de televisão e fundo partidário.O projeto também pode comprometer a fusão entre PPS e PMN.
Os deputados contrários à proposta alegaram que podem ir à Justiça para, assim como o PSD, garantir o tempo de televisão e o Fundo Partidário. Os parlamentares favoráveis argumentam que o projeto vai impedir a proliferação de novas legendas.
"Estão usando de dois pesos e duas medidas: para os amigos, tudo; para os supostos inimigos, uma lei de encomenda", criticou Marina, referindo-se à criação do PSD, que, apesar de criado no meio da legislatura, conseguiu na Justiça direito a tempo de televisão e fundo partidário.O projeto também pode comprometer a fusão entre PPS e PMN.
Os deputados contrários à proposta alegaram que podem ir à Justiça para, assim como o PSD, garantir o tempo de televisão e o Fundo Partidário. Os parlamentares favoráveis argumentam que o projeto vai impedir a proliferação de novas legendas.

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