quinta-feira, 18 de abril de 2013

Economia solidária:verniz social no conservadorismo



Vale um destaque aqui para a recriação da secretaria de Economia Solidária, gestada e muito bem gerida na administração do ex-prefeito Tetila.Como bem explicou o vereador Elias Ishy, a economia solidária é um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem, sob orientação do poder público, que oferece cursos (os “coletivos”) destinados à capacitar para a geração de renda.

Verniz social

A economia solidária vem se apresentando, nos últimos anos, como inovadora alternativa de geração de trabalho e renda e uma resposta a favor da inclusão social. Compreende uma diversidade de práticas econômicas e sociais organizadas sob a forma de cooperativas, associações, clubes de troca, empresas auto-gestionárias, redes de cooperação, entre outras, que realizam atividades de produção de bens, prestação de serviços, finanças solidárias, trocas, comércio justo e consumo solidário.A secretaria será um verniz social em uma gestão extremamente conservadora e cujo titular nunca se importou muito com as classes menos favorecidas, exceto nas épocas de eleições.

 

 

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