Vale um
destaque aqui para a recriação da secretaria de Economia Solidária, gestada e
muito bem gerida na administração do ex-prefeito Tetila.Como bem explicou o
vereador Elias Ishy, a economia solidária é um jeito diferente de produzir,
vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros,
sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o
grupo, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem, sob orientação do
poder público, que oferece cursos (os “coletivos”) destinados à capacitar para
a geração de renda.
Verniz social
A economia solidária vem se
apresentando, nos últimos anos, como inovadora alternativa de geração de
trabalho e renda e uma resposta a favor da inclusão social. Compreende uma
diversidade de práticas econômicas e sociais organizadas sob a forma de cooperativas,
associações, clubes de troca, empresas auto-gestionárias, redes de cooperação,
entre outras, que realizam atividades de produção de bens, prestação de
serviços, finanças solidárias, trocas, comércio justo e consumo solidário.A
secretaria será um verniz social em uma gestão extremamente conservadora e cujo
titular nunca se importou muito com as classes menos favorecidas, exceto nas
épocas de eleições.

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