Se aprovada na íntegra a PEC 565, em
discussão no Congresso, será extinta a “menina dos olhos” dos parlamentares: a
Comissão Mista de Orçamento, aquela dos "anões". Seu texto altera prazos de
análise da lei orçamentária pelo Congresso e determina sua apreciação pela
Câmara e pelo Senado separadamente, extinguindo a Comissão Mista de Orçamento, além de tornar obrigatória a execução da lei aprovada.Será
o fim do orçamento de ficção, que se tornará impositivo.
Negociatas políticas e outros
negócios
Se for impositivo, o Orçamento deverá
ser executado exatamente como aprovado pelo Congresso. Atualmente, o governo
federal executa, das despesas discricionárias (não obrigatórias), o que
considera conveniente e muitas emendas apresentadas pelos parlamentares não são
implementadas, a depender da fidelidade ou não ao governante de plantão.E da
fidelidade do prefeito ao parlamentar que a apresentou, virando instrumento de
negociatas políticas ( e negócios propriamente ditos).Como já afirmou o blog
anteriormente, no formato atual as emendas individuais são a “mina de ouro” dos
deputados.

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