Ao perceber o episódio, o motorista do ônibus, um homem aparentando ser bem jovem, quis saber o que havia acontecido. Quando foi informado pelos passageiros de que uma janelinha havia se espatifado com o movimento feito pelo idoso, e este confirmou o fato, pós minutos parados no meio da pista, o motorista quis logo saber o telefone do idoso, informando-o que teria que pagar pelo prejuízo causado.
O homem, assustado e trêmulo, concordou com tudo, conforme testemunhas que presenciaram o ocorrido e saíram em defesa do homem, considerado por todos como “mais uma vítima” da falta de conservação do veículo.
O condutor do coletivo, alheio a tudo, estacionou o ônibus no canteiro, obrigou o homem idoso a descer e a entrar novamente no veículo, pela porta da frente, acomodando-o no primeiro banco, ao lado do motorista. Com uma prancheta na mão, passou a interrogar o homem, tentando obter o endereço e número de telefone, sob a alegação de que “empresa teria de entrar em contato com ele, para acertar”.
Os fatos causaram revolta nos passageiros, visto que em nenhum momento houve a preocupação em saber se o idoso estava ferido, já que havia estilhaços de vidro por toda a parte dentro e fora do veículo. Normalmente, esse tipo de material costuma ser altamente resistentes e não se quebra com facilidade. Ficou também a dúvida se algum objeto externo não poderia ter sido arremessado contra a janela, quebrando a vidraça do ônibus.
O homem, assustado e trêmulo, concordou com tudo, conforme testemunhas que presenciaram o ocorrido e saíram em defesa do homem, considerado por todos como “mais uma vítima” da falta de conservação do veículo.
O condutor do coletivo, alheio a tudo, estacionou o ônibus no canteiro, obrigou o homem idoso a descer e a entrar novamente no veículo, pela porta da frente, acomodando-o no primeiro banco, ao lado do motorista. Com uma prancheta na mão, passou a interrogar o homem, tentando obter o endereço e número de telefone, sob a alegação de que “empresa teria de entrar em contato com ele, para acertar”.
Os fatos causaram revolta nos passageiros, visto que em nenhum momento houve a preocupação em saber se o idoso estava ferido, já que havia estilhaços de vidro por toda a parte dentro e fora do veículo. Normalmente, esse tipo de material costuma ser altamente resistentes e não se quebra com facilidade. Ficou também a dúvida se algum objeto externo não poderia ter sido arremessado contra a janela, quebrando a vidraça do ônibus.
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