A Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) publicou nesta segunda-feira (22) o ranking salarial do Estado, especificando o valor dos salários do magistério praticado nas redes municipal e estadual de ensino e também a lista das Prefeituras que cumprem na íntegra a lei 11.738, do Piso Salarial Nacional, pagando o piso de R$ 1.567 ou mais e que concedem 1/3 de hora-atividade para o planejamento de aulas.
De acordo com o presidente da Fetems, Roberto Magno Botareli Cesar, a divulgação do ranking salarial faz parte da programação da Greve Nacional em Mato Grosso do Sul. “Estamos em mobilização nacional essa semana e a publicação do nosso ranking salarial faz parte da luta pela implantação da Lei do Piso nos municípios e estados brasileiros. Nossa intenção é mostrar para a sociedade como o professor está sendo valorizado em cada cidade do nosso Estado e com isso melhorar esse quadro atual que tanto nos indigna”, disse.
O presidente explicou que atualmente apenas 40 municípios e a rede estadual de ensino de MS pagam o valor do piso de R$ 1.567 e 33 cidade cumprem 1/3 de hora-atividade para o planejamento de aulas. “Essa realidade nos preocupa, pois a Lei do Piso é o principal suporte para a valorização dos trabalhadores em educação e sem valorização não há educação pública de qualidade”, afirma.
O município de Corumbá aparece como primeiro colocado no ranking salarial da Fetems, com o piso de R$ 2.456 e por último o município de Bodoquena, que paga o piso de R$ 1.180,02. A rede estadual de ensino aparece em 8° lugar com o piso de R$ 1.810,05.
Dourados aparece na lista em laranja, a cor que indica os municípios que ainda não pagam o Piso Nacional.
Confira o ranking
O piso salarial é válido para os professores de início de carreira, com ensino médio. Os profissionais do magistério com ensino superior recebem um salário diferenciado, por isso o movimento sindical da educação considera extremamente importante que haja um piso para que o professor de nível superior tenha uma valorização maior.
Não divulgaram, ainda, os valores praticados no setor, os municípios de Glória de Dourados, Ivinhema, Nova Andradina, Rochedo e Santa Rita, pois eles não possuem um piso salarial para o início de carreira.
Como parte da Greve Nacional a Fetems também realizará o Encontro dos Administrativos da Educação, amanhã e quarta-feira (23 e 24), na sede da entidade e ainda na quarta, às 13h30, uma Audiência Pública, na Assembleia Legislativa, com a presença de trabalhadores em educação de todo o MS, para debater questões como o piso, carreira, jornada de trabalho e valorização dos administrativos.
De acordo com o presidente da Fetems, Roberto Magno Botareli Cesar, a divulgação do ranking salarial faz parte da programação da Greve Nacional em Mato Grosso do Sul. “Estamos em mobilização nacional essa semana e a publicação do nosso ranking salarial faz parte da luta pela implantação da Lei do Piso nos municípios e estados brasileiros. Nossa intenção é mostrar para a sociedade como o professor está sendo valorizado em cada cidade do nosso Estado e com isso melhorar esse quadro atual que tanto nos indigna”, disse.
O presidente explicou que atualmente apenas 40 municípios e a rede estadual de ensino de MS pagam o valor do piso de R$ 1.567 e 33 cidade cumprem 1/3 de hora-atividade para o planejamento de aulas. “Essa realidade nos preocupa, pois a Lei do Piso é o principal suporte para a valorização dos trabalhadores em educação e sem valorização não há educação pública de qualidade”, afirma.
O município de Corumbá aparece como primeiro colocado no ranking salarial da Fetems, com o piso de R$ 2.456 e por último o município de Bodoquena, que paga o piso de R$ 1.180,02. A rede estadual de ensino aparece em 8° lugar com o piso de R$ 1.810,05.
Dourados aparece na lista em laranja, a cor que indica os municípios que ainda não pagam o Piso Nacional.
Confira o ranking
O piso salarial é válido para os professores de início de carreira, com ensino médio. Os profissionais do magistério com ensino superior recebem um salário diferenciado, por isso o movimento sindical da educação considera extremamente importante que haja um piso para que o professor de nível superior tenha uma valorização maior.
Não divulgaram, ainda, os valores praticados no setor, os municípios de Glória de Dourados, Ivinhema, Nova Andradina, Rochedo e Santa Rita, pois eles não possuem um piso salarial para o início de carreira.
Como parte da Greve Nacional a Fetems também realizará o Encontro dos Administrativos da Educação, amanhã e quarta-feira (23 e 24), na sede da entidade e ainda na quarta, às 13h30, uma Audiência Pública, na Assembleia Legislativa, com a presença de trabalhadores em educação de todo o MS, para debater questões como o piso, carreira, jornada de trabalho e valorização dos administrativos.

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