
Os professores da rede municipal de educação ignoraram as ameaças de represálias (feitas verbalmente aos professores contratados e através de Comunicação Interna(CI) aos professores dos CEIMS) e iniciaram agora a pouco a manifestação, com passeata, programada para a manhã de hoje.Ontem, depois de se recusar a receber sete ofícios do sindicato que representa a categoria (o Sindicato dos Trabalhadores Municipais em Educação) o prefeito e a secretária de Educação Mariniza Mizogushi "armaram" uma mesa de negociação, com direito a fotografia (pressupondo falsamente que há disposição para negociar) e matéria preparada pela assessoria de comunicação da prefeitura, na qual reafirmou que não atenderá as extensa pauta de reivindicações da categoria, aceitando apenas dar um terço de horas aula, usadas para o preparo das aulas e outras atividades em sala.Os outros temas, segundo a prefeitura, serão tratados posteriormente. Além das questões locais, a manifestação faz parte de uma programação nacional organizada pela Confederação Nacional da Educação (CNTE) para sensibilizar o Governo Federal, os governos estaduais e os prefeitos sobre a necessidade de que seja revista a política educacional do país.Vestidos com camisetas pretas e portando faixas e cartazes,a manifestação é a primeira execração pública do atual mandato de Murilo, a quem o vereador Elias Ishy classsifcou ontem, na tribuna, como "truculento". Alunos e pais de alunos também participam da manifestação.Durante a passeata serão distribuidos panfletos nos estabelecimentos comerciais, culminando com uma concentração na Praça Antonio João.
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