segunda-feira, 16 de junho de 2014

Marcelo Mourão convida para ato do PSD hoje na Câmara Municipal


Marcelo Mourão e o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab
O Diretório Municipal do Partido Social Democrático (PSD) de Dourados realiza nesta segunda-feira, 16, na Câmara Municipal, um grande ato partidário para apresentação de novos filiados, abono de fichas de filiação e discussão sobre os projetos da sigla para as eleições de outubro. O ato contará com a presença do presidente regional do partido, Antonio João Hugo Rodrigues, e de presidentes de diretórios municipais da sigla em outros municípios, além de vereadores, filiados e simpatizantes. O pré-candidato a governador Reinaldo Azambuja (PSDB) prestigiará o evento, assim como membros dos partidos que deverão marchar juntos na campanha eleitoral, como o Democratas, Solidariedade, PPS e PPL. A intenção do Diretório é fazer uma grande festa política para receber os novos filiados, os simpatizantes e os aliados e apresentar as diretrizes do partido, umas das novidades no cenário partidário nacional. 
O vereador Marcelo Mourão, que representa o partido na Câmara Municipal e é pré-candidato a Deputado Federal, convida todos os filiados e simpatizantes  a comparecerem ao ato e compartilharem com os dirigentes e com seus representantes nos parlamentos seus pensamentos e ideias, de forma que os encaminhamentos a serem tomados sejam expressão da vontade da militância. "Muitas pessoas que antes eram arredias ao debate político ou que estavam descrentes na política nos procurem para conversar e discutir política. Nosso partido está fortalecido e vamos realizar esse ato para dizer que o PSD de Dourados não vai ficar de fora do debate e do processo sucessório”, afirmou o parlamentar. 
O ato partidário do PSD para acolhida dos novos filiados, abono de fichas de filiação e conversar sobre política acontecerá na Câmara Municipal, a partir das 19hs.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Luis Carlos Luciano deve ser o novo presidente do Sindicato dos Jornalistas


Na tarde desta quarta-feira, dentro do horário regimental, foi registrada na secretaria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais na Região da Grande Dourados (Sinjorgran) chapa única para as eleições previstas para 22 de julho de 2014. O jornalista Luís Carlos Luciano encabeça a chapa denominada “Categoria atuante, jornalista fortalecido” que tem como candidata a vice a atual presidenta da entidade, Karine Arminda de Fátima Segatto. 
Esta será a terceira vez que Luciano presidirá o Sinjorgran. As eleições serão por aclamação conforme prevê o estatuto no caso de chapa única. Houve uma renovação de 50% nos quadros da entidade, dentro do limite regimental. O edital de convocação foi publicado no Diário MS de sexta-feira passada (06), p. 3 do Caderno Classificados/Atos Oficiais. 
A chapa é formada, além de Luciano e Karine, pelos seguintes jornalistas: 1º Secretário, Antônio Cesar Cordeiro; 2ª Secretária, Stella Zanchett; Tesoureira, Milena de Jesus Cardinal; Diretor de Assistência Social, Sérgio Quinhones; Diretora Cultural e Recreativo: Carol Oliveira; Conselho Fiscal, Dilermano Alves, Fabiane Dorta e Graziela Moura (titulares), Vander Verão, Adriano Moretto e Vilson Nascimento (suplentes); Comissão de Sindicância, João Carlos Torraca (presidente), Deginaldo Alves da Silva (vice) e Carlos Ferraz (secretário); Delegados à FENAJ: João Carlos Velazquez e Henrique de Matos Moraes Carneiro (titulares), João Silva e Moisés Conquista (suplentes). Três representantes da região fazem parte do grupo: Dilermano Alves (Caarapó), Vilson Nascimento (Amambai) e João Carlos Velazquez (Bela Vista). O mandato é de três anos. 
Luciano é diretor, pelo terceiro mandato consecutivo, da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ). O Sinjorgran existe desde 1989 e sua jurisdição se expande por 25 Municípios do Sul de Mato Grosso do Sul. O blog da entidade é http://sinjorgranms.wordpress.com/

Vai ter jornalista sim!

Já diz o ditado: “O futuro a Deus pertence”. Mas para aqueles que não acreditam nos desígnios de um Deus (seja ele qual for), é preciso contrapor com argumentos o fato de tentarem adivinhar o que ainda vai acontecer, ainda mais quando se trata da vida/ profissão alheia. Então, considerando que a andorinha salvou o rei leão, mãos a obra! 
Andam dizendo por aí que a era digital é o fim dos tempos para o jornalista. Para o jornalismo. Pois eu digo: justiça seja feita! A pessoa passa anos da vida se dedicando a faculdade, ou mesmo ao trabalho em torno de uma profissão e de repente vai perder seu posto profissional para reprodutores de discursos sem mundo nem fundo? Acho bem difícil de acreditar. Sempre houve quem quisesse matar um dos vieses do jornalismo, a partir do surgimento de uma nova tecnologia. O primeiro candidato a ficar de fora da ciranda do jornalismo foi o impresso. Em meados de 1940, o radiojornalismo, com todo o imediatismo das transmissões dos acontecimentos, iria expulsar o jornalismo impresso do mapa. Tempos depois, já nos anos 80, a Televisão era a poderosa da vez e o rádio é que poderia se extinguir. Agora que a internet é a gigante, quem é que sobra? Todo mundo. É o fim do jornalismo, dizem os amantes do drama e da tragédia. 
Poxa! Será mesmo que o povo só gosta do que é medíocre? Custo a acreditar que o fenômeno “colcha de retalhos”, em que as pessoas colhem informações sobre fatos, livros, séries de TV e até mesmo histórias que não conhecem, nem viram, nunca leram, mas que tomaram conhecimento por meio de feeds de notícias e transformam em argumentos, se torne no único meio de produção de conteúdo e informação. 
Jornalismo em decadência? As pessoas é que estão construindo argumentos em cima de títulos. Não se lê notícias. Apenas a timeline. E me perdoem os desavisados, mas para mim o papel do jornalismo foi e sempre será bem claro: apurar informações e construir uma narrativa que conte a outras pessoas o que está acontecendo em determinado momento e local de forma clara, objetiva, verdadeira e com embasamento. Claro que considero que isso não é um exercício teórico privativo a uma categoria profissional, pois a humanidade é repleta de contadores de histórias, mas eu não posso jamais concordar que essa tal de alfabetização digital seja a melhor opção para melhor ‘culturalizar’ o mundo. 
Reitero: o jornalismo não vai acabar. O jornalista também não.

*A  autora, Luana Rodrigues, é jornalista

segunda-feira, 9 de junho de 2014

STJ recusa Agravo em Recurso Especial de prefeito condenado por falsa perícia


O prefeito e médico Jun Iti Hada (de óculos)
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) recusou o Agravo em Recurso Especial n° 506.075-MS (2014/0094702-7) apresentado pela defesa do prefeito  e médico Jun Iti Hada (PMDB) para contestar decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ/MS) que o condenou a dois anos e dois meses de reclusão e vinte dias-multa por falsa perícia. 

"À vista do exposto, com fulcro no art. 544, § 4º, II, "a", do CPC,   c/c art. 3º do CPP, nego provimento ao agravo em recurso especial.Publique-se. Intimem-se. 
Brasília (DF), 23 de maio de 2014. 
MINISTRO ROGERIO SCHIETTI CRUZ 
Relator".

 Veja íntegra da decisão, com o histórico do processo,  no link abaixo:
 www.stj.jus.br

AREsp 506075(2014/0094702-7 - 02/06/2014)
Decisão Monocrática- Ministro ROGERIO SCHIETTI CRUZ





Escritora Marise Andreatta é selecionada para livro de Antologia poética “Poesias sem Fronteiras”


A escritora Marise Andreatta, que lançou recentemente na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) o livro Túnica da Alma, terá dois poemas de sua autoria (“Águas vermelhas” e “Inclusão social”) incluídos no livro de Antologia poética “Poesias Sem Fronteiras”, que será lançado no dia 15 de junho pelo Grupo Editorial Celeiro de Escritores. Os escritores brasileiros e estrangeiros que terão seus poemas publicados no livro de Antologia foram escolhidos através do X Concurso Literário Poesias Sem Fronteiras, que teve a organização/realização de Marcelo de Oliveira Souza, Celeiro de Escritores, com apoio da Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências /RJ, da União Brasileira dos Escritores/BA, da Academia de Letras de Teófilo Otoni /MG, do Clube dos Escritores Piracicaba e do Site Galinha pulando/BA. 

A escritora 

A escritora Marise Andreatta (que também é advogada) é uma das gratas revelações do universo literário. Nasceu no Rio Grande do Sul, mas radicada em Dourados, iniciou sua carreira como escritora com os livros “Porta aberta para o caminho de Deus”, “Tende bom ânimo” e “Encontrei meu criador”, de cunho teológico ( 2007). Mais tarde, encontrou na poesia e no ensaio literário uma forma de estimular a necessária reflexão sobre a necessidade de resgate da dignidade humana e sobre a barbárie que representa a violência doméstica/familiar. A ideia de escrever livros voltados aos direitos humanos iniciou com uma pesquisa de campo com vítimas de violência doméstica familiar realizada em Mato Grosso do Sul, no Paraná e em Santa Catarina para subsidiar seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de teologia. A pesquisa de campo, aliada aos anos de exercício da advocacia desde 2000 na área de família contribuíram para a partir da experiência empírica, o “nascimento” de duas obras, lançadas respectivamente em 2013 e 2014: “Quando os pássaros gritam” e “Túnica da Alma”. 
Além da formação em Direito, a escritora fez especialização em Direitos Humanos e Cidadania na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). Esse potencial teórico, somado à sensibilidade para as questões sociais, tornou-a conhecida no meio literário como “A poetisa dos excluídos”. A inclusão de suas poesias no livro que será lançado pelo Grupo Editorial Celeiro de Escritores é mais um degrau alcançado por Marise e motivo de alegria para seus colegas escritores e para os muitos amigos que fez desde que chegou a Dourados. O reconhecimento pelo trabalho realizado engrandece Dourados, pois, assim, leva um pouco da arte da cidade para outros rincões. 
Um dos fatos que Marise Andreatta lembra é que quando escreveu sua primeira obra literária, ainda no ano de 2003, por conta de uma palavra proferida colocando sua capacidade de escrever em dúvida guardou a primeira obra até o ano de 2007, quando decidiu então publicar. Essa experiência levou a escritora à seguinte reflexão, que serve de estímulo aos novos escritores: “Devemos permanecer com nossas ideias e ideais, que são boa motivação mesmo que no caminho haja dificuldades, como palavras para tentar desmerecer o trabalho realizado. Toda boa plantação um dia prospera e produz frutos valiosos para o bem estar social”.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Dinâmica de Dourados disputa título de Futsal Feminino


A equipe Dinâmica é uma das quarto finalistas da Copa de Futsal Feminino do Interior 2014. A equipe é a única representante de Dourados na competição realizada desde março desse ano. Os jogos serão realizados nos dias 05 e 06 de julho, em São Gabriel do Oeste. Segundo a técnica Vanessa Freitas o grupo está preparado e motivado para disputar as finais. “Estamos muito confiantes. Começamos os treinos em janeiro, por isso temos uma equipe forte, jogadoras polivalentes. Posso dizer que temos tudo para vencer e representar bem o nome de nossa cidade”, garante Vanessa. 
A Dinâmica foi criada em 2012, a história da equipe é recente, mas as 13 atletas que compõem o grupo são experientes, já defenderam equipes do interior de São Paulo e Santa Catarina. “É um time que se impõe fisicamente, já temos alguma experiência em Campeonatos e sabemos que qualquer erro é fatal. Somos uma grande equipe e já provamos isso”, considera Vanessa. Ainda de acordo com a técnica, a Dinâmica já participou de diversas competições no interior do estado, em cidades como: Caarapó, Sidrolândia , Maracaju e Nova Alvorada. 
"Temos como objetivo resgatar o futsal em nossa cidade, no nosso estado e no Brasil, para que finalmente ele seja reconhecido sem o fantasma do preconceito ou qualquer outra desculpa”, afirma Vanessa. A competição A Copa de Futsal Feminino do Interior foi realizada em oito cidades sedes, sendo cada sede com disputas de quatro ou seis equipes. Os jogos das finais serão no sábado(05) e domingo(06), em julho. Dourados irá disputa uma vaga na final com o time da casa, São Gabriel do Oeste, e depois poderá enfrentar a equipe de Caarapó ou Camapuã, para conquistar o título. A premiação é de R$ 3 mil para o campeão, R$ 1.500 para o vice, e R$500 para o terceiro colocado.

Mais Ecopontos e mais atitudes



Temos abordado, tanto na tribuna da Câmara Municipal, quanto em artigos publicados nos meios de comunicação, a importância da preservação do nosso patrimônio ambiental. Já tratamos da questão da poluição do Rio Dourados. Insistimos na necessidade de elaboração e implantação um projeto visionário e arrojado de revitalização do Parque Arnulpho Fioravanti, considerado o “patinho feio” dos parques municipais e que comparamos a um belo cisne negro. Com as asas cortadas. Solicitamos uma fiscalização mais rígida do uso da capina química, de forma que, cumprindo a lei, não seja efetuada com uso de agrotóxicos. Paralelamente, temos usado todas as prerrogativas do mandato para defender o meio ambiente, que está entre as bandeiras da atuação como vereador da nossa cidade. 
Nessa semana em que transcorre o Dia Mundial do Meio Ambiente, vamos tratar de uma questão recorrente também relacionada ao meio ambiente e que, destarte as políticas públicas já existentes, ainda precisa de um olhar mais atento, tanto do poder público, quanto da população: o descarte de lixo inorgânico. Basta uma “circulada” pela cidade para verificar que, tal qual água brota da mina, florescem mini-lixões a céu aberto, notadamente à beira de estradas e rodovias, em terrenos baldios e até nas matas ciliares dos córregos. São galhos resultantes de podas de árvores, restos de entulhos de obras, sofás velhos, carcaças de geladeiras, lixo eletrônico e outros materiais que “enfeiam” a cidade, facilitam a proliferação de vetores transmissores de doenças como a leptospirose (ratos), dengue (mosquito), além de desvalorizarem os imóveis. Mesmo com o Código Ambiental de Dourados (Lei 055, de 2002) estabelecendo multas que podem chegar até R$ 1 milhão para quem depositar irregularmente lixo em via pública, a prática é infelizmente cotidiana e mostra que não basta a lei. Tem que haver a consciência do cidadão para o mal que está causando ao meio ambiente e ao próximo. 
Entendemos que só uma grande parceria entre a Prefeitura e a população pode desatar esse “nó” da questão ambiental na nossa cidade. Nessa parceria a Prefeitura precisa disponibilizar mais espaços adequados (os Ecopontos) para destinação de resíduos inorgânicos que não podem ser recebidos pelo aterro sanitário. Atualmente existem quatro Ecopontos, localizados ao lado do Viveiro Municipal, na COHAB II, no Parque do Lago II e no espaço onde funcionava a oficina municipal, na saída para Caarapó. É pouco. Uma cidade com a dimensão territorial e populacional de Dourados precisa mais. Desses quatro Ecopontos, três recebem apenas material resultante de podas de arvores e serviços de jardinagem. Um recebe apenas pneus inservíveis. Além de serem em pouco número para a demanda existente, pouca gente sabe da existência desses Ecopontos. É preciso, portanto, percorrer dois caminhos: a ampliação do número de ecopontos e uma campanha massiva de divulgação dos pontos de recebimento. 
Ainda no que tange à Prefeitura, penso ser necessária a implantação de Ecopontos para recebimento de restos de construção e isso decorre de uma lógica: nossa cidade cresce em ritmo vertiginoso e a construção civil, que tem papel muito importante nesse processo de crescimento, pois grande geradora de postos de trabalho e lucro, é também a maior geradora de resíduos. Para onde vão esses resíduos, que não são recebidos pelos Ecopontos em funcionamento? Pela falta de um espaço adequado para sua destinação e também pela falta de consciência de muitos, como afirmamos acima, são jogados à beira das estradas, rodovias e terrenos baldios, sendo que se passassem por reciclagem seriam matéria-prima de qualidade para agregados, como areia e brita, que podem ser reaproveitados na pavimentação, canalização de córregos e uso em argamassas e concreto. Para a prefeitura, significaria um meio de redução de despesas com esses serviços. 
Mas e nós, cidadãos? O que podemos fazer para mudar esse cenário de sujeira, de danos ao meio ambiente e de riscos à saúde pública? Penso que somente uma postura pró-ativa, somando ações na esfera pública a iniciativas individuais e coletivas vai possibilitar que essa espécie de “cultura” do descarte de lixo em vias públicas seja desenraizada. Aqui entra a importância da educação ambiental, através de campanhas institucionais, e no ambiente escolar, criando nas novas gerações a mentalidade da sustentabilidade. Mais Ecopontos. 
Mais Conscientização. Mais atitude. Esse é o caminho. 
Pensemos! 

 *O autor, Marcelo Mourão, é vereador em Dourados pelo PSD 55