sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Bebidas: Marcelo Mourão detalha Projeto ao Conselho de Juventude


O vereador Marcelo Mourão (PSD) foi convidado a participar de uma reunião realizada ontem, quinta-feira, 27, pelo Conselho Municipal de Juventude de Dourados. A presença do vereador foi solicitada pelos membros do Conselho para que o mesmo falasse sobre o Projeto de Lei de sua autoria que pretende adequar os locais para consumo de bebidas alcoólicas na cidade. “É com satisfação que vejo a juventude, representada pelo Conselho, se preocupar com essa questão tão importante que é o consumo de álcool, que nosso Projeto não pretende proibir, mas apenas regulamentar”, afirmou o parlamentar após a reunião, na qual expôs em detalhes o Projeto e respondeu a questionamentos dos presentes. 
O Projeto de autoria de Marcelo Mourão vem sendo discutido há vários meses com todos os segmentos da sociedade civil e deve ser incluído na pauta de votações da Câmara Municipal na próxima semana, após vários adiamentos realizados com a concordância do autor, que valeu-se desse tempo para aprimorá-lo, acatando sugestões tanto de entidades como dos demais vereadores. De acordo com o texto protocolado na Câmara, a venda de bebidas alcoólicas por parte de conveniências e distribuidoras fica proibido de 00hs as 06 hs e o consumo é vedado em vias urbanas. 
A intenção, segundo explicou Marcelo Mourão aos conselheiros, é evitar a aglomeração de pessoas em vias urbanas para a prática, que tem gerado diversos transtornos para moradores onde acontecem essas aglomerações e situações de violência, fartamente registradas pelos meios de comunicação, além de constrangimentos aos usuários das vias urbanas. O Projeto também proíbe o consumo de bebidas alcoólicas em postos de combustíveis, exceto no caso daquelas que possuem conveniências anexas e com local delimitado para isso.As calçadas não estão incluídas, de acordo com o Projeto, no conceito de vias urbanas. Ao final da reunião Marcelo Mourão comprometeu-se a enviar a minuta (íntegra) do Projeto de Lei para ser analisado pelos membros do Conselho Municipal de Juventude.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Marcelo Mourão recebe presidente do PSD de Glória de Dourados


Vereador Marcelo Mourão e o presidente do PSD em Glória de Dourados, Valter cupertino

O vereador Marcelo Mourão recebeu na manhã desta quinta-feira, 27, em seu gabinete na Câmara Municipal, a visita do ex-vereador e atual presidente do Diretório Municipal do Partido Social Democrático (PSD) em Glória de Dourados Valter Cupertino de Lima. O parlamentar, que também é do PSD, relatou ao colega de partido algumas ações do seu mandato e reafirmou sua disposição em lutar pelo fortalecimento da sigla em Mato Grosso do Sul e especialmente na região da Grande Dourados. Recentemente, durante evento de prestação de contas do seu mandato, o parlamentar douradense foi considerado pelo presidente do Diretório Regional do PSD, Antonio João Hugo Rodrigues, como “um dos destaques do partido no estado” e confirmou a intenção da sigla em lançá-lo com um dos pré-candidatos à Câmara dos Deputados na convenção do partido. 
“É um prazer receber um dirigente do partido para tratarmos de política e “afinarmos a viola” no que tange ao fortalecimento do PSD e o processo sucessório, que a meu ver será uma grande oportunidade para ocuparmos mais espaços na política do nosso estado”, afirmou Marcelo Mourão. Durante a visita, o presidente do PSD em Glória de Dourados recebeu um documento registrando todas as ações de Marcelo Mourão em 2013, quando o vereador do PSD figurou entre os mais atuantes da Câmara. “Essa iniciativa de documentar e prestar contas do mandato deve ser reconhecida pela população, pois poucos agem assim, com transparência”, afirmou Valter Cupertino ao receber o documento. “A população quer novos nomes e novas práticas e o vereador Marcelo Mourão representa esse sentimento”, acrescentou o líder partidário.

Joaquim Barbosa "detona" colegas e aponta "maioria circunstanciada" em votação que absolveu "tchurma" do mensalão


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, fez um desabafo ao anunciar a absolvição de oito réus do mensalão do crime de formação de quadrilha. A maioria da corte aceitou o recurso de condenados como José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares e Marcos Valério Fernandes e os livrou dessa condenação. A revisão da decisão proferida em 2012 foi decidida com o voto dos ministros Teori Zavascki e Luís Roberto Barroso, os últimos indicados pela presidenta Dilma Rousseff. A posição deles foi determinante para a virada no placar, já que os seus antecessores, Carlos Ayres Britto e Cezar Peluso, haviam votado pela condenação. 
“Aviso o Brasil que este é só o começo, apenas o primeiro passo, dessa maioria de circunstância formada sob medida para lançar por terra todo um trabalho primoroso, levado a cabo por esta corte no segundo semestre de 2012″, disse o ministro. Mesmo sem serem citados nominalmente, Teori e Barroso foram os principais alvos das críticas de Joaquim. “Ouvi argumentos tão espantosos como aqueles se basearam simplesmente em cálculos aritméticos e em estatísticas totalmente divorciadas da prova dos autos, da gravidade dos crimes praticados e documentados nos autos dessa ação penal”, reclamou. Os dois ministros apresentaram cálculos para demonstrar que as penas impostas aos réus eram exageradas. “Esta é uma tarde triste para este pleno do STF, porque com argumentos pífios foi reformada, foi, como eu disse, jogada por terra, extirpada do mundo jurídico uma decisão plenária sólida, bem fundamentada, tomada por esse plenário”, protestou. 
Com a decisão do Supremo de aceitar os recursos, ficam mantidas as penas atuais, já que as condenações por formação de quadrilha ainda não foram executadas. Caso os recursos tivessem sido rejeitados, condenados como o ex-ministro José Dirceu e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, que cumprem pena em regime semiaberto, passariam para o fechado, sem possibilidade de deixar a prisão para trabalhar durante o dia. 

Prática reiterada 

Para Joaquim Barbosa, não há dúvida de que os acusados se associaram de maneira permanente para praticar crimes. Ele citou o papel exercido por cada um dos réus. “Como não dizer que toda essa trama não constitui quadrilha?”, questionou o ministro. Segundo ele, ao contrário de uma associação eventual, havia uma estrutura sólida para a prática reiterada de quadrilha, sem a alteração de sua composição e de seus objetivos. 
Segundo o ministro, a decisão do plenário embute um “determinismo social”. Na avaliação dele, a acusação de formação de quadrilha valeria se os acusados fossem desempregados. “O objetivo do grupo era preservar o poder para o partido que venceu as eleições. Para tanto, o número de crimes era ilimitado. Muitos outros crimes seriam praticados se não fosse a delação premiada”, afirmou. Após o desabafo de Joaquim, a sessão foi interrompida por uma hora. O voto contrário dele aos recursos apresentados pela defesa fechará o placar em seis a cinco. Além de Luís Roberto Barroso e Teori Zavascki, também acolheram os argumentos da defesa os ministros Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski e Rosa Weber. Votaram pela manutenção da condenação por formação de quadrilha os ministros Luiz Fux, que relatou o pedido, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

PLC 30, um projeto que tem feito muita gente pensar


A sociedade vem discutindo, de canto a canto da nossa cidade, o Projeto de Lei Complementar nº 30 ou simplesmente PLC 30, de minha autoria, agora subscrito também pelos colegas vereadores Mauricio Lemes, Sergio Nogueira e Bebeto, que pretende regulamentar o consumo de bebidas alcoólicas em vias públicas, postos de combustíveis, conveniências e distribuidoras de bebidas da cidade de Dourados. Que bom que o debate está acontecendo. Só esse fato (o amplo debate de uma questão que está colocada e que tem como animus motivandi as badernas repudiadas por 100% da população) já nos tranquiliza quanto ao acerto em termos tocado nessa “ferida social” tão delicada. Independente do resultado da votação pelos demais colegas que compõem o legislativo, temos a convicção de termos feito a nossa parte, afinal é do debate que nasce a luz. 
Como se trata de tema polêmico, entendemos ser de bom tom deixar claro que em nenhum momento esse PLC pretende tolher direitos ou interferir no livre arbítrio de cada um. Nossas opiniões sobre o consumo de bebidas alcoólicas, se benéfico ou não, não nortearam a confecção do Projeto. Os efeitos nefastos do álcool são de sobejo conhecidos, mas cada um faz as escolhas que lhe aprouver e nós temos que respeitar as escolhas individuais. O que estamos fazendo é cumprir uma prerrogativa do mandato que nos foi confiado pela população: legislando. E quando se fala em legislar é regra elementar que o interesse coletivo se sobrepõe ao direito individual. É este (o direito coletivo) que estamos defendendo. O direito de ir e vir, o direito ao descanso após o dia de trabalho ou de estudos, o direito de não ter a frente da residência ou estabelecimento transformado em banheiro, motel, parque de exposições ou coisa parecida... 
Em nenhum momento se está, também, querendo interferir na livre iniciativa, que ao lado dos valores sociais do trabalho é um dos pilares do nosso sistema econômico. No que se refere aos postos de combustíveis, convida o leitor e a leitora a refletir: faz sentido o Governo Federal gastar milhões de reais (dinheiro nosso, da população) em campanhas que tem como mote principal o slogan “se beber não dirija” e se permita a venda e principalmente o consumo de bebidas alcoólicas no local destinado a abastecer os veículos? 
E as vias públicas? Aqui entramos no x da questão do nosso Projeto de Lei. Há anos temos assistido impassíveis à transformação das nossas ruas e avenidas em bares e boates a céu aberto, faltando apenas jogos de luzes para “completar” a festa que geralmente é regada de bebidas alcoólicas. Todos nos temos o livre direito de nos divertirmos e de festejarmos, mas isso precisa ser feito especialmente na rua, ou em pontos específicos das avenidas de nossa cidade, a qualquer tempo e horário? Quantas famílias ou pessoas já precisaram “cortar esquina” para evitar passar nesses aglomerados que sempre tem no cardápio bebidas alcoólicas? 
Reafirmo o direito do individuo beber, mas eu pergunto: precisa ser na rua? Aqui, no nosso entender, se aplica o direito de ir e vir, que tem sido empunhado equivocadamente pelos que são contrários ao Projeto. O direito de ir e vir, como todo direito, termina quando passamos a exercê-lo de forma a cercear o direito do outro. É um direito que não é, portanto, absoluto: precisa estar atrelado às normas de convivência social. Por isso não pode alguém ou um grupo, tendo como escudo o direito de ir e vir e permanecer, obstar a passagem de alguém que também esteja exercendo o seu direito de ir e vir e circular. No caso da nossa cidade, o direito individual ou de um grupo vem se sobrepondo ao direito coletivo e é isso que queremos debater. E estamos fazendo com a absoluta responsabilidade que nos exige o mandato parlamentar. 
Não tenho a pretensão da posse da verdade. O PLC 30 não é o melhor caminho? Tudo bem. Mas qual é o caminho então? Deixar como está para ver como é que fica? Acredito que não. Acredito na viabilidade, na eficácia e principalmente na necessidade de uma lei específica para se não curar pelo menos amenizar a dor causada por essa “ferida social” que tem marcado as noites da nossa cidade. Se aprovado o PLC 30 comemoraremos como uma vitória não de quatro vereadores, mas daqueles que por anos a fio foram incomodados, perturbados, perderam seus filhos ou foram buscá-los em um hospital, vitimados nos points da bebedeira realizada em locais inadequados como, por exemplo, em pátio de posto de combustível ou na rua, muitas vezes coincidência ou não, bem em frente à conveniência ou alguma distribuidora de bebida. Registro ainda que sou totalmente favorável ao comercio responsável de bebidas alcoólicas e isso esta muito bem posto no corpo da Lei quando tratamos de horário bem definido para isso. 
No entanto, se rejeitado pela maioria dos colegas parlamentares o PLC 30, aceitarei e respeitarei o resultado como algo normal no jogo democrático e continuarei minha jornada contra o consumo desregrado dessa “droga licita” que destrói tantos sonhos e tantas famílias. 

Pensemos!!! 

*O autor, Marcelo Mourão, é vereador pelo PSD em Dourados-MS

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

"Pequeno ditador" de Bodoquena é condenado e pode voltar do tango para o xilindró

O prefeito de Bodoquena, cidade distante 260 quilômetros de Campo Grande, Jun Iti Hada (PMDB) foi condenado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS) a dois anos e dois meses de prisão, por realizar perícias falsas quando atuava como médico legista. A sentença foi proferida no início do mês de novembro por unanimidade dos desembargadores. De acordo com a sentença, o prefeito realizou perícia falsa em uma morte e em um laudo de corpo delito, contrariando, os princípios da medicina legal. 
O primeiro caso ocorreu em 16 de março de 2008, e a denúncia teria sido arquivada em agosto de 2010. Conforme o processo, o médico atestou a morte natural de uma pessoa, embora houvesse perfurações no corpo e roupas da vítima, conforme mostrou exumação. No exame de corpo de delito, realizado no dia 26 de março do mesmo ano, Jun Iti atestou que um detento havia sofrido lesão corporal. Quando ocorreu a nova perícia, no mesmo dia, foi constatado que não havia tais lesões. O Ministério Público Estadual realizou a condenação com base no artigo 342 do Código Penal, que trata de fazer afirmação falsa, negar, calar a verdade como testemunha, perito, contador etc., em processo judicial ou administrativo, inquérito policial ou em juízo arbitral.
A "façanha" do médico-legista-prefeito entrou para o anedotário da medicina legal.Conhecido na cidade como "Pequeno Ditador", pela forma com que espezinha os servidores municipais, enquanto aguarda julgamento de recurso que apresentou a figura execrável está curtindo um tango na Argentina.Pode voltar de lá direto para o xilindró.... 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Vídeo Discurso - Vereador Sergio Nogueira sobre o consumo de bebidas alcoólicas em vias públicas em Dourados/MS

Silas Zanata quer exames oftalmológicos e audiológicos nos alunos da REME e obras no 4°Plano


Estudos científicos apontam que muitas das crianças e jovens que frequentam as escolas apresentam deficiências e dificuldades no aprendizado, em função de problemas de natureza visual e auditiva. Para evitar  que não aconteça em Dourados esse problema, que muitas vezes leva inclusive à desistência e é causa de reprovação, o vereador Silas Zanata (PV) solicitou à Secretaria de Saúde a realização periódica de exames oftalmológicos e audiológicos nos alunos matriculados na rede municipal de ensino. 
“Normalmente esses problemas não são constatados por falta de oportunidade oferecida aos alunos, já que seus pais nem sempre têm condições financeiras para possibilitar exames e consultas particulares. Nosso objetivo com essa solicitação é tornar cada vez mais participativo e atuante o Poder Público Municipal na prestação da saúde pública, alem de constituir em meio eficaz e no aprendizado escolar”, afirmou o vereador do PV, enfatizando que com o procedimento “estaremos auxiliando também na diminuição da evasão escolar, já que muitos alunos perdem o interesse em estudar, sem se detectar o verdadeiro motivo”.“uma criança fora da escola, no futuro, custara mais caro ao Município do que em um exame oftalmológico no presente”, opinou Silas Zanata. 

Obras nas ruas do 4° Plano 

Outra solicitação do vereador Silas Zanata, feita através de documento enviado ao secretário municipal de Infra Estrutura e Desenvolvimento, Jorge De Lucia, é a adoção de providencias visando a realização dos serviços de reperfilamento e ou operação tapa buraco nas ruas do BNH 4º Plano. “As ruas do bairro se encontram totalmente esburacadas, necessitando de uma ação que englobe desde o reperfilamento até operação tapa buraco, sanado de vez os problemas que vem sendo enfrentados pelos moradores, que vão desde risco à segurança dos motoristas, pedestres e ciclistas à danos nos veículos”, justificou o vereador do PV no documento enviado ao secretário.